
Existe um momento curioso na vida de qualquer profissional de tecnologia em que tudo parece fazer sentido demais, até não fazer mais sentido nenhum. Oscilamos entre a falsa plenitude do “já sei tudo” e o terror silencioso do fu… No meio desse vai-e-vem cognitivo nasce o desenvolvedor impostor. Um profissional que ora se acha brilhante por ignorância, ora se acha um fracasso por excesso de consciência. E embora isso pareça apenas um dramalhão, essa gangorra mental afeta diretamente a qualidade do software, as relações dentro das empresas e a percepção que temos sobre nós mesmos. Este artigo costura Dunning-Kruger, síndrome do impostor, cultura, moral, política organizacional e a entropia do software para mostrar como tudo se mistura dentro da cabeça de quem escreve código.









